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VITÓRIA POR 1X0 E AVANÇO NA COPA DO BRASIL

terça-feira, 22 de maio de 2018

Chico Formiga


No dia 22 de maio de 2012, falecia em São Vicente, Francisco Ferreira de Aguiar, o Chico Formiga, um zagueiro e médio-volante que defendeu as cores do Santos FC no período de 1950/57 e 1959/1962, jogando 412 partidas marcando 03 gols com a camisa santista. Formiga nasceu na mineira Araxá no dia 11 de novembro de 1930 e foi contratado junto a equipe do Cruzeiro de Belo Horizonte. Sua primeira partida no Alvinegro foi no dia 28 de maio de 1950 na vitória do Peixe por 2 a 1 diante da Seleção de Juiz Fora com Antoninho e Odair marcando os tentos do time praiano que formou com: Robertinho; Hélvio e Expedito; Nenê, Telesca e Formiga (Pascoal); Alemãozinho, Antoninho, Pascoal (Nando), Odair e Pinhegas, o time era dirigido por Artigas. Chico Formiga, que como técnico do Alvinegro Praiano dirigiu a equipe em 249 partidas nos anos de 1962 (uma partida, na estreia do Peixe na Libertadores, na Bolívia), 1978/79, 1982/83/84, 1986/1987 vencendo 114 partidas empatando 80 e perdendo 55 partidas com o time santista marcando 366 e sofrendo 227 gols. Formiga foi quem lançou os “Meninos da Vila” na sua primeira edição em 1978 e com eles foi Campeão Paulista no ano de 1979 no campeonato referente ao ano de 1978. A última vez em que defendeu o time santista foi na partida na qual o Guaratinguetá venceu o Peixe pelo placar de 2 a 1, pelo Campeonato Paulista no estádio Benedito Meirelles no Vale do Paraíba com Nenê marcando o tento solitário do Alvinegro no dia 09/12/1962. Curiosidade Quando algum colega do elenco santista queria tirar o sossego do amigo Chico Formiga, bastava chamá-lo de Chico da Rita, apelido esse que ele detestava por motivos particulares. Formiga também foi por diversas vezes o técnico da Seleção Paulista. Publicado em 22 de maio de 2018 por André Mendes. Guilherme Guarche – Coordenador do Centro de Memória e Estatística

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Vitor Bueno vai muito mal, e Rodrygo não é suficiente para evitar derrota do Santos


Vitor Bueno: não conseguiu armar e foi engolido pela marcação. Parece não ter recuperado a confiança depois de voltar da grave lesão que sofreu no joelho direito. Joga em uma rotação abaixo da dos companheiros de time. Contribui em bolas paradas. Nota: 4. Lucas Veríssimo: em um time muito atacado, teve a habitual serenidade e o costumeiro senso de espaço. Cortou jogadas por baixo e por cima. Não esteve diretamente envolvido no gol do São Paulo. Nota: 6,5. Rodrygo: teve lampejos. Incomodou com a velocidade fora do comum, variou o posicionamento, mas não conseguiu desorientar o sistema defensivo do São Paulo. Nota: 6. David Braz: fazia boa partida no retorno ao time (recuperado de edema na panturrilha direita), mas foi vencido no alto por Diego Souza no lance mais importante do jogo, o do gol da vitória do São Paulo. Nota: 5,5. Confira todas as avaliações do Santos: Vanderlei [GOL]: 6 Victor Ferraz [LAD]: 5,5 Lucas Veríssimo [ZAG]: 6,5 David Braz [ZAG]: 5,5 Dodô [LAE]: 5,5 Alison [VOL]: 5,5 (Jean Mota [MEC]): 6 Renato [VOL]: 5,5 Vitor Bueno [MEC]: 4 (Yuri Alberto [ATA]): 6 Eduardo Sasha [ATA]: 5 (Copete [ATA]): 6 Gabigol [ATA]: 5 Rodrygo [ATA]: 6 O jogo – Jogando fora de casa, o primeiro tempo do Santos FC foi concentrado em explorar as brechas oferecidas pelo adversário. A primeira boa chance dos comandados de Jair Ventura saiu aos 12 minutos, quando Rodrygo puxou contra-ataque pela esquerda e inverteu para Gabriel, que emendou pelo alto para Eduardo Sasha concluir com uma bicicleta. A bola acabou saindo pela linha de fundo. Ao longo dos minutos seguintes, o Peixe tratou de neutralizar os passes do rival, sem ser atacado perigosamente até o término da etapa inicial. Já a segunda etapa começou com duas faltas em cima de Gabriel, sendo uma delas muito dura e que gerou inúmeros pedidos de expulsão por parte do time santista. Anderson Martins acabou levando o amarelo pela infração, sendo o primeiro do jogo. Com os ânimos mais acalmados, a primeira chance da etapa derradeira saiu dos pés de Marcos Guilherme, que arriscou de longe, mas sem oferecer perigo ao gol de Vanderlei. Aos 10 minutos o São Paulo abriu o placar com Diego Souza, que recebeu de Everton pelo alto e cabeceou sem chance para Vanderlei. Sem se abalar, o Peixe buscou a resposta com Jean Mota, que arriscou lindo chute de fora da área – mas Sidão conseguiu fazer grande defesa. Poucos minutos depois, Jean Mota novamente ofereceu perigo ao gol de Sidão, tentando um gol olímpico. O goleiro novamente fez boa defesa. Aos 32 minutos, o Santos FC quase empatou com Yuri Alberto. Gabriel tocou forte para atacante, que chegou a tempo de tirar a bola de Sidão. Porém, sem ângulo, o avançado alvinegro não conseguiu êxito na finalização. Perto do final da partida, Yuri Alberto recebeu grande bola de Victor Ferraz pela direita, mas não conseguiu empatar o marcador. FICHA TÉCNICA São Paulo 1 x 0 SANTOS Local: Morumbi, em São Paulo (SP); Data: domingo, 20 de maio de 2018; Horário: 16h (de Brasília); Árbitro: Braulio da Silva Machado; Assistentes: Kleber Lucio Gil e Neuza Ines Back; Cartões Amarelos: Anderson Martins (SAO), Éder Militão (SAO), Reinaldo (SAO), Hudson (SAO), Yuri Alberto (SAN); Cartão Vermelho: Anderson Martins (SAO); Gols: Diego Souza (10′ 2ºT); SANTOS FC: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz, Dodô, Alison (Jean Mota), Renato, Vitor Bueno (Yuri Alberto), Rodrygo, Gabriel, Eduardo Sasha (Copete). Técnico: Jair Ventura. São Paulo: Sidão, Éder Militão, Anderson Martins, Bruno Alves, Reinaldo (Edimar), Jucilei, Hudson, Nenê, Marcos Guilherme, Everton (Liziero), Diego Souza (Tréllez). Técnico: Diego Aguirre. Foto: Ivan Storti / Texto: Bruno Secco

domingo, 20 de maio de 2018

Rodrigo Goes


Engana-se quem acredita que os primeiros passos de Rodrygo no futebol foram no Santos. O Menino da Vila, que hoje é titular e a principal promessa das categorias de base do Peixe, atuou no futsal do São Paulo, rival deste domingo, às 16h (de Brasília), no Morumbi, antes de ir para a Vila Belmiro. Quando atuava pelo São Paulo, Rodrygo chamou a atenção do Santos. Recebeu uma proposta da equipe alvinegra e aceitou. O atacante explicou a troca e disse que Neymar, craque do PSG e da seleção brasileira, foi um dos motivos. – Foi uma passagem curta no futsal, quando eu tinha 8 anos. Aí eu joguei contra o Santos, que me fez o convite. Tinha o Neymar na época e tudo mais que envolvia, queria vir e aí eu decidi – disse Rodrygo, hoje com 17 anos. Rodrygo se transformou no principal destaque da base do Santos nos últimos anos. Ele tem contrato até 2022, com multa rescisória de 50 milhões de euros (aproximadamente R$ 220 milhões). Antes de renovar, ele recebeu uma proposta do Liverpool, da Inglaterra, e sondagens de outros clubes da Europa. Para concluir a negociação em julho, o Santos ofereceu um bom salário e um plano de carreira. Rodrygo foi promovido ao elenco profissional em novembro do ano passado. Hoje, é titular absoluto de Jair Ventura. Ele disputou 22 jogos e marcou seis gols na temporada. Seu bom desempenho fez a imprensa espanhola o colocar na mira do Barcelona, algo que o atacante negou em entrevista na última sexta-feira.

sábado, 19 de maio de 2018

Santos se prepara para o clássico sansão


Renato foi liberado e está à disposição do técnico Jair Ventura para o clássico contra o São Paulo, no domingo, às 16h (de Brasília), no Morumbi, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. O volante se recuperou de dores na panturrilha esquerda. Por outro lado, Arthur Gomes não deve ser relacionado para o San-São. O atacante deixou o campo com dores no tornozelo esquerdo no jogo de quinta-feira, contra o Luverdense, pela Copa do Brasil. Ele ainda será reavaliado após o último treino antes da partida, neste sábado, no Pacaembu, mas a expectativa não é boa. Renato não é relacionado desde 1º de maio, na derrota do Santos para o Nacional, na Libertadores. O atacante, caso seja vetado, não entrará em campo pela primeira vez na temporada. Bruno Henrique ainda está realizando um trabalho de transição no CT Rei Pelé. A tendência é que o atacante ganhe alguns minutos contra o Real Garcilaso, na próxima quarta-feira, pela Libertadores. O camisa 11 estava evoluindo em sua recuperação, mas teve seu retorno atrasado pela lesão ter sido grau 2. O Santos faz o último treino antes do clássico na tarde deste sábado, no Pacaembu. O Peixe abre a rodada como 13º colocado do torneio nacional, com seis pontos. Vamos relembrar essa vitoria do peixe em 2015.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Derrota com classificação...


O Santos perdeu por 2 a 1 para o Luverdense nesta quinta-feira, em Lucas do Rio Verde, mas se classificou para as quartas de final da Copa do Brasil depois dos 5 a 1 na Vila Belmiro, na semana passada. Com o time reserva, o Santos começou bem e abriu o placar com o gol contra de Paulinho, porém, recuou e viu o LEC melhor em quase toda a partida. Os donos da casa empataram com Paulo Renê e viraram com Itaqui, criaram outras chances e viram o alvinegro acuado. Não houve um grande destaque individual no Santos. Vanderlei falhou, a defesa ofereceu espaços, o meio-campo não funcionou e a bola não chegou no centroavante Yuri Alberto. No fim das contas, a boa notícia foi apenas a classificação O jogo O Santos reserva driblou o entrosamento e começou bem o jogo. Aos seis minutos, Yuri quase fez de longe. Na sequência, o xará Alberto driblou dois e obrigou o goleiro Diogo a fazer boa defesa. A pressão surtiu efeito e, aos 15, Daniel Guedes foi à linha de fundo e cruzou para Paulinho, contra, fazer antes de Copete empurrar. Depois dos 5 a 1 na Vila e o 6 a 1 no agregado, o Santos tinha tudo sob controle, mas optou por recuar após abrir o placar. Os donos da casa se animaram e passaram a assustar Vanderlei. Aos 20, Paulo Renê chutou para o goleiro espalmar. E aos 31, em nova tentativa do atacante, o camisa 1 falhou e a bola entrou. 1 a 1. Com o empate, o alvinegro acordou e administrou o resultado até o intervalo. Arthur Gomes e Copete tiveram chances, porém, não deram continuidade nas boas jogadas criadas por Yuri Alberto. Susto Logo no primeiro minuto da segunda etapa, o Luverdense virou. Itaqui, que já havia marcado na Vila, bateu falta no ângulo de Vanderlei. O goleiro, dessa vez, ficou sem reação e viu a bola morrer na rede. O LEC, então, precisava de mais três gols e teve duas oportunidades em sequência para ampliar. Na primeira, Vanderlei espalmou chute de Lucas Braga. Na segunda, Paulo Renê desperdiçou, sozinho, chance na pequena área. Depois do susto, o Santos se resguardou e passou a sofrer menos. Em contrapartida, não ofereceu mais perigo ao goleiro Diogo. Vecchio, Arthur Gomes e Copete foram inoperantes e a bola não chegou em Yuri Alberto. Gabriel Calabres, Vitor Bueno e Eduardo Sasha entraram, mas foram discretos. O Luverdense só voltou a pressionar nos minutos finais. Aos 36, Vanderlei falhou de novo e soltou cabeceio fraco de Rafael Silva. No rebote, com o gol vazio, a arbitragem assinalou corretamente o impedimento. Os donos da casa seguiram em cima, mas a reação parou. E aos 43 minutos, o Santos quase empatou. Primeiro com Vitor Bueno, em boa defesa de Diogo em chute cruzado. E no rebote, Yuri Alberto não pegou bem na bola e chutou para fora. Nas últimas movimentações, Vanderlei espalmou duas em finalizações de fora da área. No fim das contas, 2 a 1 para o Luverdense, mas classificação santista. FICHA TÉCNICA Luverdense 2 x 1 Santos Local: Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde Data: 17 de maio de 2018 Horário: 19h15 (de Brasília) Árbitro: Grazianni Maciel Rocha (RJ) Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Daniel do Espirito Santo Parro (RJ) Cartões amarelos: Luverdense: Paulo Renê. Santos: Copete e Daniel Guedes. GOLS: Luverdense: Paulo Renê, aos 31 do 1T, e Itaqui, no primeiro minuto do 2T Santos: Paulinho (contra), aos 15 do 1T. LUVERDENSE: Diogo Silva; Itaqui, Kaique, André Ribeiro e Paulinho; Diogo Sodré (Élton), Moisés (Rubinho) e Lorran; Lucas Braga, Rafael Silva e Paulo Renê (Ariel) Técnico: Luizinho Vieira SANTOS: Vanderlei, Daniel Guedes, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Jean Mota; Yuri (Gabriel Calabres), Vecchio (Vitor Bueno) e Diego Pituca; Arthur Gomes, Copete (Eduardo Sasha) e Yuri Alberto Técnico: Jair Ventura

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Neymar eo carinho pelo Peixe


“Quando se fala sobre Santos, vem um carinho, um carinho muito grande que eu tenho pelo clube, pela torcida, na cidade onde fui criado, na cidade onde conheci meus amigos, no clube que eu comecei”, disse o atacante sobre o Peixe. A declaração do jogador acontece após um período em que o atacante se ‘afastou’ do clube após a sua transferência para o Barcelona. O atual presidente do Peixe, José Carlos Peres, desde que assumiu o clube afirmou que pretende se reaproximar do ídolo santista. “Não se pode maltratar um ídolo, e o nosso ídolo acha que foi agredido pelo antigo gestor. Estamos nos aproximando bastante dele. Ele já está bem próximo de nós. Nós lutamos para ele dizer: ‘Quando eu parar de jogar, eu quero estar no Santos’. É isso o que a gente quer que ele fale. Ele nasceu aqui. Não tem sentido jogar em outro time do Brasil que não seja o Santos” disse Peres. Na última segunda-feira (14), após a convocação do técnico Tite, o Peixe postou em suas redes sociais uma mensagem para o ex-atacante santista e para Danilo, que fizeram parte do elenco campeão da Libertadores em 2011. Com a camisa santista, Neymar atuou em 230 jogos e marcou 138 gols, o craque da Seleção conquistou pelo Alvinegro Praiano os seguintes títulos: Campeonato Paulista (2010, 2011 e 2012), Copa do Brasil (2010), Libertadores (2011) e Recopa (2012).

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Fechadinho” na Copa do Brasil


Contra qualquer surpresa do Luverdense, meia deseja que Peixe dê a bola ao adversário e busque o gol através dos contra-ataques Na próxima quinta-feira (17), o Santos vai à cidade de Lucas do Rio Verde para fazer o segundo jogo contra o Luverdense pelas oitavas de final da Copa do Brasil. No entanto, apesar de ter vencido na Vila Belmiro por 5 a 1, o meia Jean Mota quer que o Peixe jogue “fechadinho e no contra-ataque” contra a equipe de Mato Grosso. A justificativa é simples: diminuir os riscos de qualquer “surpresa”. “Vamos procurar não nos desgastarmos tanto, ficar fechadinho e jogar nos contra-ataques para que a gente possa surpreender. Temos uma vantagem importante, mas sabemos como é o futebol. Temos de respeitar a equipe deles, é um time bom. Temos de estar preparados para não sermos surpreendidos. O time deles tem qualidade, começamos o jogo perdendo em casa, onde tivemos o apoio da torcida, assim como eles vão ter aqui. Isso é fundamental”, disse o meia nesta terça-feira, em entrevista coletiva. Jean Mota também comentou sobre a opção do técnico Jair Ventura em levar uma equipe mista para o confronto da Copa do Brasil. De acordo com o meia, o elenco do Santos é qualificado o suficiente para trazer a classificação para as quartas de final na bagagem. “A rapaziada vinha de uma sequência grande de jogos. O professor preferiu poupar. Temos um elenco forte, bom. O time está preparado. É importante para os jogadores que não vinham tendo uma sequência e poder mostrar que pode ajudar quando precisar”, concluiu Jean Mota.