No dia 07 de junho de 1992, o Peixe empatava com o Vasco da Gama pelo placar de 3 a 3, no estádio do Maracanã em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, todos os tentos do Santos FC foram marcados por Paulinho MacLaren. O time santista que era dirigido por Geninho formou com: Sergio Guedes; Dinho, Pedro Paulo, Luiz Carlos (Guga) e Flavinho; Bernardo, Axel e Raniélli (Serginho Fraldinha); Almir, Paulinho McLaren e Cilinho.
Essa foi a melhor apresentação do centroavante Paulinho MacLaren com a camisa do Alvinegro segundo o santista pesquisador Wesley Miranda que é fã incodicional do craque.
Paulo César Vieira Rosa jogou no Alvinegro no período de 1989 a 1992, 142 partidas e marcou 57 gols, ele foi o artilheiro máximo do Campeonato Brasileiro de 1991 com 15 gols. Sua primeira partida no Alvinegro foi no dia 17/09/1989 na Vila Belmiro na derrota de 2 a 1 para o Vasco da Gama com Ernâni marcando o tento solitário santista que formou com: Sérgio; Ditinho, Davi, Luiz Carlos e Wladimir; César Sampaio, César Ferreira (Tuíco), Ernâni e Heriberto; Carlinhos e Paulinho McLaren. O técnico era Nicanor Carvalho.
Curiosidade
Na estreia da fase final do Brasileiro de 1992, os dois maiores artilheiros do Brasil estavam frente a frente: Paulinho, pelo Santos FC, e Bebeto, pelo Vasco. Resultado: 3 a 3, com cada um marcando os três gols de sua equipe. Carismático, Paulinho aproveitou a ocasião do Congresso Ecológico Eco-92, que acontecia no Rio de Janeiro, para dedicar seus gols às baleias. “Ofereço meus gols à liberdade das baleias”, fazendo alusão à mascote do Santos, animal ameaçado de extinção pela pesca predatória
Guilherme Guarche – Coordenador do Centro de Memória e Estatística
por Rogério Micheletti
Errante do futebol, o Paulo César Vieira Rosa, o Paulinho McLaren, custou a ganhar fama. Ele perambulou pelo futebol do interior paulista e só depois de passagens rápidas pelo Atlético Paranaense e Figueirense, em 1989, explodiu no Santos.
Paulinho McLaren, que é casado e pai de três filhos, mora em São João da Boa Vista (SP), no dia 14 de novembro de 2014, o técnico assumiu o comando do Uberlândia Futebol Clube. Já em 2018 assumiu o comando da Francana para a disputa da Segunda Divisão do campeonato paulista. Na prática, a quarta divisão do estado.
O ex-jogador também é piloto e apaixonado pela aviação. Estava terminando, em 2007, o curso de graduação em Educação Física. Em 2008 dirigiu o Rio Claro, do interior paulista.
Em outubro do mesmo ano, foi confirmado como auxiliar técnico de Karmino Colombini no Rio Claro para a temporada 2009.
Até dezembro de 2010 Paulinho trabalhava como empresário de jogadores e comentarista na rádio da cidade, quando assumiu o comando técnico do Rio Claro-SP.
Mas após sofrer enorme pressão da diretoria do Galo Azul, devido a uma goleada sofrida, MacLaren deixou o comando do clube no dia 2 de março de 2012.
Depois passou por União São João, Capivariano, Taubaté, Al-Ta´ee (da Arábia Saudita), Taubaté, Uberlândia, São José-SP e desde 31 de março de 2017 está no Taubaté, novamente.
Nascido em 28 de setembro de 1963, natural de Igaraçu do Tietê (SP), Paulinho começou a carreira no Bandeirante de Birigui, em 1981. Jogou no Serra Negra, em 85, no Sãocarlense, em 86, no Comercial de Ribeirão, em 87, no Barretos, em 88, e na Votuporanguense, em 89, antes de chegar a uma grande equipe do cenário brasileiro.
No Atlético Paranaense, também em 89, não teve muitas oportunidades e acabou se transferindo para o Figueirense (SC). No time de Florianópolis, Paulinho provou ser um artilheiro, o que chamou a atenção de dirigentes santistas.
Paulinho, que ganhou o apelido de McLaren por causa da equipe de F-1 do piloto brasileiro Ayrton Senna, chegou desacreditado ao Santos, mas aos poucos conquistou a torcida. Chegou a fazer boas duplas no Santos com Serginho Chulapa, Almir (ex-Grêmio) e Guga. Ele foi artilheiro do nacional de 1991.
No final de 1992, Paulinho trocou o Santos pelo Porto, de Portugal. Lá, conquistou dois títulos: campeão português e supercampeão de Portugal, ambos em 1993.
No ano seguinte, o artilheiro voltou ao futebol brasileiro. Contratado pelo Internacional, Paulinho levantou mais uma taça, a do Campeonato Gaúcho de 1994. Depois do Inter, Paulinho jogou pela Portuguesa (94, 95 e 97), Cruzeiro (95 e 96), Fluminense (97), Atlético Mineiro (98), Miami Fusion (98) e encerrou carreira no Santa Cruz, em 99.
Abaixo, o programa Golaço recebendo Paulinho McLaren, em 24/06/2013, com apresentação de Milton Neves e participações de Fábio Sormani, Ivan Zimmerman, Amir Farha e Wagner Prado:
sexta-feira, 8 de junho de 2018
Paulinho MacLaren.
No dia 07 de junho de 1992, o Peixe empatava com o Vasco da Gama pelo placar de 3 a 3, no estádio do Maracanã em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, todos os tentos do Santos FC foram marcados por Paulinho MacLaren. O time santista que era dirigido por Geninho formou com: Sergio Guedes; Dinho, Pedro Paulo, Luiz Carlos (Guga) e Flavinho; Bernardo, Axel e Raniélli (Serginho Fraldinha); Almir, Paulinho McLaren e Cilinho.
Essa foi a melhor apresentação do centroavante Paulinho MacLaren com a camisa do Alvinegro segundo o santista pesquisador Wesley Miranda que é fã incodicional do craque.
Paulo César Vieira Rosa jogou no Alvinegro no período de 1989 a 1992, 142 partidas e marcou 57 gols, ele foi o artilheiro máximo do Campeonato Brasileiro de 1991 com 15 gols. Sua primeira partida no Alvinegro foi no dia 17/09/1989 na Vila Belmiro na derrota de 2 a 1 para o Vasco da Gama com Ernâni marcando o tento solitário santista que formou com: Sérgio; Ditinho, Davi, Luiz Carlos e Wladimir; César Sampaio, César Ferreira (Tuíco), Ernâni e Heriberto; Carlinhos e Paulinho McLaren. O técnico era Nicanor Carvalho.
Curiosidade
Na estreia da fase final do Brasileiro de 1992, os dois maiores artilheiros do Brasil estavam frente a frente: Paulinho, pelo Santos FC, e Bebeto, pelo Vasco. Resultado: 3 a 3, com cada um marcando os três gols de sua equipe. Carismático, Paulinho aproveitou a ocasião do Congresso Ecológico Eco-92, que acontecia no Rio de Janeiro, para dedicar seus gols às baleias. “Ofereço meus gols à liberdade das baleias”, fazendo alusão à mascote do Santos, animal ameaçado de extinção pela pesca predatória
Guilherme Guarche – Coordenador do Centro de Memória e Estatística
por Rogério Micheletti
Errante do futebol, o Paulo César Vieira Rosa, o Paulinho McLaren, custou a ganhar fama. Ele perambulou pelo futebol do interior paulista e só depois de passagens rápidas pelo Atlético Paranaense e Figueirense, em 1989, explodiu no Santos.
Paulinho McLaren, que é casado e pai de três filhos, mora em São João da Boa Vista (SP), no dia 14 de novembro de 2014, o técnico assumiu o comando do Uberlândia Futebol Clube. Já em 2018 assumiu o comando da Francana para a disputa da Segunda Divisão do campeonato paulista. Na prática, a quarta divisão do estado.
O ex-jogador também é piloto e apaixonado pela aviação. Estava terminando, em 2007, o curso de graduação em Educação Física. Em 2008 dirigiu o Rio Claro, do interior paulista.
Em outubro do mesmo ano, foi confirmado como auxiliar técnico de Karmino Colombini no Rio Claro para a temporada 2009.
Até dezembro de 2010 Paulinho trabalhava como empresário de jogadores e comentarista na rádio da cidade, quando assumiu o comando técnico do Rio Claro-SP.
Mas após sofrer enorme pressão da diretoria do Galo Azul, devido a uma goleada sofrida, MacLaren deixou o comando do clube no dia 2 de março de 2012.
Depois passou por União São João, Capivariano, Taubaté, Al-Ta´ee (da Arábia Saudita), Taubaté, Uberlândia, São José-SP e desde 31 de março de 2017 está no Taubaté, novamente.
Nascido em 28 de setembro de 1963, natural de Igaraçu do Tietê (SP), Paulinho começou a carreira no Bandeirante de Birigui, em 1981. Jogou no Serra Negra, em 85, no Sãocarlense, em 86, no Comercial de Ribeirão, em 87, no Barretos, em 88, e na Votuporanguense, em 89, antes de chegar a uma grande equipe do cenário brasileiro.
No Atlético Paranaense, também em 89, não teve muitas oportunidades e acabou se transferindo para o Figueirense (SC). No time de Florianópolis, Paulinho provou ser um artilheiro, o que chamou a atenção de dirigentes santistas.
Paulinho, que ganhou o apelido de McLaren por causa da equipe de F-1 do piloto brasileiro Ayrton Senna, chegou desacreditado ao Santos, mas aos poucos conquistou a torcida. Chegou a fazer boas duplas no Santos com Serginho Chulapa, Almir (ex-Grêmio) e Guga. Ele foi artilheiro do nacional de 1991.
No final de 1992, Paulinho trocou o Santos pelo Porto, de Portugal. Lá, conquistou dois títulos: campeão português e supercampeão de Portugal, ambos em 1993.
No ano seguinte, o artilheiro voltou ao futebol brasileiro. Contratado pelo Internacional, Paulinho levantou mais uma taça, a do Campeonato Gaúcho de 1994. Depois do Inter, Paulinho jogou pela Portuguesa (94, 95 e 97), Cruzeiro (95 e 96), Fluminense (97), Atlético Mineiro (98), Miami Fusion (98) e encerrou carreira no Santa Cruz, em 99.
Abaixo, o programa Golaço recebendo Paulinho McLaren, em 24/06/2013, com apresentação de Milton Neves e participações de Fábio Sormani, Ivan Zimmerman, Amir Farha e Wagner Prado:
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Jair exalta atuação do Santos, lamenta empate e defende Gabigol:
Assim como Victor Ferraz, o técnico Jair Ventura também não ficou satisfeito com o empate em 1 a 1 do Santos com o Corinthians, na noite desta quarta-feira, em Itaquera, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro.
Em entrevista coletiva após a partida, Jair exaltou seu elenco e disse que o Peixe merecia uma sorte melhor.
– Não saio feliz pelo que nós criamos. Merecíamos uma sorte melhor. Foi um resultado que a meu ver foi injusto. Não posso me contentar com o empate. Não fizemos um jogo para empatar. Ou a gente ganha ou a gente perde, jogamos para frente. Não conseguimos fazer mais um gol. A gente sabe. Quem assistiu os lances, vai concordar comigo – disse Jair.
– Você jogar na casa do adversário, com quase 30 mil pessoas, contra o atual campeão brasileiro... jogo muito bom do Santos e muito díficil. Tivemos diversas finalizações. As que foram para fora foram as mais reais, as duas do Gabigol. Vanderlei fez uma defesa. Seria uma injustiça a derrota, então o empate a gente lamenta. O Santos jogou muito bem, mesmo com o grau de dificuldade. Conseguimos uma goleada no último jogo, o time vem crescendo. Está indo para o caminho certo. Quando você joga bem, você fica mais próximo da vitória. Não conseguimos hoje o resultado que seria merecido – emendou o comandante.
Jair também saiu em defesa de Gabigol, que perdeu dois gols debaixo da trave. As chances desperdiçadas fizeram falta para o Peixe, mas o treinador acredita que seu camisa 10 vai reverter a situação.
– Sobre o Gabriel, o 9 sempre é cobrado, veio como grande investimento e vai ser cobrado, mas ele nos ajudou no outro jogo, e vai ajudar mais. Não tem vilão aqui, vamos levantar a autoestima dele, que ele tá chateado como nós estamos. O Gabriel se cobra bastante, tenho certeza que ele tá triste, mas vai reverter como faz diversas vezes – disse Jair.
O elenco santista se reapresenta nesta quinta-feira, no CT Rei Pelé. O Peixe volta a campo no domingo, contra o Internacional, na Vila Belmiro, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.
quarta-feira, 6 de junho de 2018
Menino da Vila diz que elenco se fechou para clássico e agradece a Deus por Jair ter ficado no Peixe
(Foto: Ivan Storti/Santos FC)
O raio também deu graças a Deus que Jair Ventura, que foi bastante pressionado no cargo na última semana, seguiu no comando do Santos. Ele trata o treinador como um "paizão".
– É uma relação muito boa, Jair é um paizão desde que subi e ele chegou, tem me acolhido bem. É um treinador muito importante, mesmo nessa situação. Dou graças a Deus por ele ter continuado, resultados vão voltar a aparecer. Ele conversa comigo para me deixar à vontade no campo e isso te me ajudado muito – concluiu.
O elenco santista encerrou a preparação para o clássico na tarde desta terça-feira, no CT Rei Pelé. O Peixe deve ter a mesma escalação dos últimos dois jogos: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Eduardo Sasha, Gabigol e Rodrygo.
*Colaborou sob supervisão de Diego Ribeiro - Arthur Faria* e Gabriel dos Santos, Santos, SP
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Esse jogo foi em 2015 na arena do Corinthians:
terça-feira, 5 de junho de 2018
Os péssimos da Imprença
Mas nao acaba ai não, a tranzamerica fm time do Eder Luiz, se especializa em falar besteira tambem, mas o campeão esta ai:
o tal do Gavião, corintiano babaca nao sabe nada, na transmissao de Santos x Atletico pr ele disse a seguinte perula so bre o Gabigol...'fala para o gabriel que jogador pra ser craque não precisa fazer sobrancelha...' fala para esse idiota que quem gosta de homem bonito e viado, jogador tem que jogar bola ta preocupado com a sobrancelha do cara ?
domingo, 3 de junho de 2018
Santos massacra Vitória
Rodrygo precisou de apenas oito minutos para marcar três gols e abrir caminho para a goleada do Santos por 5 a 2 sobre o Vitória. O duelo válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro foi realizado na Vila Belmiro, neste domingo (03//06).
O resultado amenizou um pouco a pressão sobre o técnico Jair Ventura, ameaçado de demissão. Durante a semana, torcedores protestaram contra a equipe da Baixada Santista.
O triunfo fez o time alvinegro sair da zona de rebaixamento e subir para a 15ª posição, com 9 pontos, mas com um jogo a menos.
Já o time baiano foi para a degola (17º colocado), com 8.
SHOW DE RODRYGO
O Santos começou melhor no duelo e teve um gol de Renato anulado por impedimento aos nove minutos do primeiro tempo.
O show de Rodrygo começou aos 22 minutos. Victor Ferraz cruzou da direita, Dodô cabeceou, mas Elias defendeu. No rebote, o camisa 43 abriu o placar.
O segundo gol santista saiu apenas três minutos depois e grande estilo. Rodrygo recebeu na grande área, entortou o lateral Lucas e chutou com categoria na saída do goleiro do time baiano.
Aos 30, Gabigol fez boa jogada individual e deu assistência para Rodrygo, que passou pelo marcador e pelo goleiro para balançar as redes.
Antes do intervalo, aos 44 minutos, Diego Pituca cruzou na medida para Renato, de cabeça, completar para o gol.
A equipe baiana voltou mais ligada do intervalo e descontou no segundo tempo. Aos 17, Neilton fez tabela com André Lima e diminuiu para o Vitória.
O quinto gol santista saiu após defesa de Vanderlei. A bola sobrou para Rodrygo, que deu passe para Gabriel, que avançou e chutou na saída de Elias.
O Vitória ainda descontou aos 38 minutos. Ramon recebeu de Neilton, passou por David Braz e chutou colocado, sem chances para Vanderlei.
AGENDA
Na próxima rodada do Brasileiro, o Santos enfrentará o Corinthians, quarta-feira, às 21h, em clássico na arena do rival. O Vitória receberá a Chapecoense, também na quarta, só que às 19h30.
FICHA TÉCNICA
Santos 5 x 2 Vitória
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 3 de junho de 2018, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF)
Público e renda: 3887/R$ 82.830,00
Cartões amarelos:
VITÓRIA: Rodrigo Andrade, Wallyson, Lucas Marques e Kanu.
GOLS: Santos: Rodrygo, aos 22, 25 e 30 do 1T, e Renato, aos 44; Gabigol, aos 28 do 2T; Vitória: Neilton e Ramon, aos 17 e 38 do 2T.
SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo (Gustavo Henrique), David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Gabigol, Rodrygo (Copete) e Eduardo Sasha (Léo Cittadini)
Técnico: Jair Ventura
VITÓRIA: Elias, Lucas, Kanu, Aderllan e Pedro Botelho; Rodrigo Andrade (Ramon), Uillian Correia (Lucas Marques) e Neilton; Lucas Fernandes (André Lima), Rhayner e Wallyson
Técnico: Vagner Mancini
Torcida invade CT do Santos e entra em confronto com a polícia
Dezenas de torcedores entraram no CT Rei Pelé, mas não chegaram a encontrar jogadores ou membros da comissão técnica do Peixe
Um dos lados mais sombrios do futebol voltou a assombrar o esporte brasileiro neste sábado (2). Dezenas de torcedores do Santos invadiram o Centro de Treinamento Rei Pelé para protestar contra os últimos resultados da equipe. Apesar de não terem encontrado os jogadores do elenco do Peixe ou membros da comissão técnica, os vândalos foram repelidos pela polícia militar com bombas de gás lacrimogênio e continuaram o confronto pelas ruas da cidade.
O treino do Santos estava marcado para às 15h (horário de Brasília) e os jogadores já estavam no CT quando os torcedores pularam os portões e acessaram o gramado. Por sorte, o elenco santista, assim como o vice-presidente do Peixe, Orlando Rollo, não estavam no gramado.
Com a confusão, foram chamadas dez viaturas da polícia militar para conter os invasores. Os PMs usaram de bombas de gás lacrimogênio contra os torcedores, que saíram do CT, mas continuaram o confronto pelas ruas próximas à Vila Belmiro, onde fica a subsede da principal torcida organizada do Santos.
Opinião:
Olha isso e ridiculo, e pensar que isso vai fazer o time ganhar jogos, isso faz com que o time fique mais pequeno do que ja esta sendo, eu acho que grande parte dos torcedores que eu posso chamar de torcedor de verdade estão fazendo o certo, não indo aos jogos enquanto tiver esse péssimo futebol, mas invadir centro de treinamento não e nada legal.
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sexta-feira, 1 de junho de 2018
Técnico corre risco de ser desligado; Peixe não vence há seis jogos
Jair Ventura não cogita pedir demissão no Santos (Foto: Geraldo Bubniak/Estadão Conteúdo)
Jair voltou a dizer que o Santos precisa ser "frio no ataque" para reverter a difícil situação. Além disso, comentou que o time sempre treina bolas paradas. Os últimos três gols sofridos (contra São Paulo, Cruzeiro e Atlético-PR) foram dessa forma.
– É normal no futebol querer matar todo mundo quando as coisas não vão bem. Mas sabemos que quem pode dar a volta por cima é quem aqui está. Temos de ter atenção aos detalhes. Treinamos (bola parada) sempre na véspera. Precisamos ser mais frios no terço final. Passar tranquilidade. Errar menos. Passar calma para os meninos, pressão para muitos que ainda não estão acostumados. Estão convivendo com cobranças. Natural para a vida do profissional, faz parte da maturação, que possam maturar rápido. A situação de hoje não vai ser a situação final do campeonato. Só nós vamos ser capazes de reverter isso – concluiu.
Com a derrota, o Santos amarga a 18ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 6 pontos (e um jogo a menos, assim como o Vasco). O Peixe volta a campo no domingo, contra o Vitória, na Vila Belmiro.
Além de um time inexperiente, o Santos tem Jogadores claramente tentando detonar o Jair. O tal do Gabigol faz apenas uma coisa durante o jogo: querer aparecer e apresentar um futebol que não tem. Desperdiça vários ataques apenas jogando para ele mesmo. Esse tipo de jogador não serve para outra coisa senão para enterrar o time e, na primeira oportunidade, ir embora.
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