domingo, 11 de dezembro de 2011
Nelsinho Baptista vê 'jogo diferente' contra o Santos
Após a vitória nos pênaltis do Kashiwa Reysol (JAP) sobre o Monterrey (MEX), o treinador brasileiro Nelsinho Baptista definiu a partida da próxima quarta-feira às 8h30 (de Brasília) contra o Santos em Toyota, como tendo um "sabor especial" para sua equipe.
Nelsinho definiu o time de Neymar e cia. como um dos melhores do mundo, o que só aumenta o desafio de sua equipe, que já venceu duas partidas no torneio disputado no Japão.
- Para nós será um jogo diferente do que estamos acostumados a disputar. Meu time ainda é jovem, vem ganhando esperiência. Agora enfrentaremos, senão o melhor clube, um dos três melhores do Brasil e talvez do mundo. Enfrentar um time com qualidades individuais e a organização tática do Muricy Ramalho, será mais uma novidade para a equipe.
O técnico, que esteve à frente do comando do Peixe em 2005, revelou ainda a alegria dos atletas do clube japonês após a classificação à semifinal, seguida pela constatação do grande desafio do clube na próxima fase do Mundial.
- Estávamos brincado, todos alegres no vestiários, mas criamos um problema, que é enfrentar o Santos agora, já que é uma grande equipe. Vamos tomar alguns cuidaddos para este jogo que não posso comentar aqui. Vamos respeitá-los, mas temos que fazer nosso trabalho ofensivo.
Ao término da entrevista coletiva, Nelsinho Baptista foi aplaudido intensamente pela imprensa japonesa, uma forma de reconhecimento por levar o clube local à semi do Mundial de Clubes.
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Mundial de Clubes: Santos realizou seu último treino na Alemanha
O elenco do Santos realizou, na noite da última terça-feira, um treino leve na academia do hotel onde se hospedou em Frankfurt antes de seguir para Nagoya, no Japão, onde disputará o Mundial de Clubes da Fifa. Os jogadores realizaram apenas um trabalho muscular e de alongamentos, que visou atenuar os efeitos provocados pela desgastante viagem e manter os atletas em atividade nesta rápida escala em solo alemão.
O treinamento foi comandado pelo preparador físico Ricardo Rosa e realizado em clima bastante descontraído. O mais empolgado durante este treino foi Neymar, que chegou a ensaiar alguns passos de dança na academia e mostrou estar inteiro fisicamente após a viagem do Brasil até a Alemanha.
O avião que levará o time santista até o Japão irá decolar nas próximas horas do aeroporto de Frankfurt e a sua chegada a Nagoya está prevista para acontecer às 22h05 ( horário de Brasília) desta quarta-feira, sendo 9h05 de quinta no horário local.
A viagem do Brasil até Frankfurt durou 11 horas e meia. A adaptação ao fuso horário japonês é uma das primeiras preocupações do Santos neste início de preparação no país do Mundial. O time comandado por Muricy Ramalho fará sua estreia na competição no dia 14 de dezembro, em Toyota, contra um adversário ainda indefinido, pode ser Monterrey (México), Kashiwa Reysol (Japão) ou Auckland City (Nova Zelândia).
Antes de embarcar rumo ao Japão, o elenco do Santos foi apoiado por um grande número de torcedores no aeroporto de Guarulhos, quando o time viajou para fazer escala em Frankfurt antes de seguir Nagoya.
O treinamento foi comandado pelo preparador físico Ricardo Rosa e realizado em clima bastante descontraído. O mais empolgado durante este treino foi Neymar, que chegou a ensaiar alguns passos de dança na academia e mostrou estar inteiro fisicamente após a viagem do Brasil até a Alemanha.
O avião que levará o time santista até o Japão irá decolar nas próximas horas do aeroporto de Frankfurt e a sua chegada a Nagoya está prevista para acontecer às 22h05 ( horário de Brasília) desta quarta-feira, sendo 9h05 de quinta no horário local.
A viagem do Brasil até Frankfurt durou 11 horas e meia. A adaptação ao fuso horário japonês é uma das primeiras preocupações do Santos neste início de preparação no país do Mundial. O time comandado por Muricy Ramalho fará sua estreia na competição no dia 14 de dezembro, em Toyota, contra um adversário ainda indefinido, pode ser Monterrey (México), Kashiwa Reysol (Japão) ou Auckland City (Nova Zelândia).
Antes de embarcar rumo ao Japão, o elenco do Santos foi apoiado por um grande número de torcedores no aeroporto de Guarulhos, quando o time viajou para fazer escala em Frankfurt antes de seguir Nagoya.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Adeus doutor
Meus amigos, neste domingo faleceu Sócrates. Ídolo do Corinthians, mas que fez parte da primeira equipe que vi jogar, a Seleção Brasileira de 1982, e que depois, em fim de carreira, jogou no Santos, seu time de infância, por poucos meses entre os anos de 1988 e 1989. Na época, a revista Placar fez matéria especial sobre o fato, inclusive com foto de Sócrates, ainda criança, vestido com a camisa do time de Vila Belmiro.
Talvez por isso, apesar de sua história no rival, Sócrates jamais falou mal do Santos ou desrespeitou o clube. Aliás, ele era um dos poucos que ocupava lugar de destaque na imprensa nacional (era comentarista do Cartão Verde, da TV Cultura) a defender o jeito de Neymar jogar.
Por isso, fica aqui registrada minha pequena homenagem ao Dr. Sócrates. Que Deus o receba bem.
Até mais.
http://hotsites.atribuna.com.br
sábado, 3 de dezembro de 2011
Santos se despede da Vila Belmiro com empate diante do aliviado Bahia
A despedida do Santos da Vila Belmiro em 2011 podia ser melhor, mas não há torcedor que reclame do 1 a 1 diante do Bahia na tarde deste domingo. O resultado não mudou em nada a situação do Peixe na tabela de classificação, mas salvou o Bahia de qualquer risco de voltar para a Série B do Campeonato Brasileiro.
Depois de um primeiro tempo agitado e equilibrado, as equipes diminuíram o ritmo na segunda etapa. Os anfitriões porque conseguiram terminar a partida sem viver mais um drama como o de Adriano, que ficará fora do Mundial de Clubes em dezembro, e os visitantes por conta do alívio relativo à permanência conquistada na casa do adversário.
Depois de tomar o gol de Souza logo aos oito minutos, o Santos reagiu e obrigou Marcelo Lomba a se tornar um dos principais personagens da partida com uma sequência de defesas salvadoras. Aos 31, o homenageado Neymar deixou tudo igual bem ao seu estilo.
Na segunda etapa, mesmo que as equipes não mostrassem futebol suficiente para empolgar, o torcedor santista ficou em êxtase quando ficou sabendo que o Vasco estava vencendo o Fluminense e, dessa forma, tirando a conquista antecipada do Corinthians. Influenciado pela força das arquibancadas, o Peixe pressionou no final, mas não conseguiu virar.
O jogo – A Vila Belmiro completamente tomada pela torcida do Peixe e a placa entregue a Neymar minutos antes do apito inicial devido ao gol marcado sobre o Flamengo na 12ª rodada do Brasileirão deram o clima de domínio santista, já que o time mais badalado do país está às vésperas do Mundial de Clubes e usando, pela última vez, seus titulares na competição nacional.
O problema é que ninguém avisou que o Bahia deveria ser apenas coadjuvante na partida. Apesar do início em ritmo lento, com os donos da casa tentando pressionar, mas sendo desarmados lance a lance, os visitantes se aproveitaram de uma única falha defensiva para abrir o placar.
Se logo no segundo minuto de bola rolando, Borges e Ganso fariam de tudo para invadir a área do Bahia, mas o camisa 10 acabaria desarmado por Titi, o adversário iria devolver com uma troca de passes entre Souza e Ávine, mas no momento do último passe a defesa santista apareceu soberana para fazer o desvio e aliviar o perigo.
Quando o Bahia começou a marcar a saída de bola do Santos, não demorou a fazer gol. Depois de um lançamento do campo de defesa, Edu Dracena e Lulinha se enroscaram e caíram no chão, deixando Bruno Rodrigo e Souza no duelo pessoal. O atacante do Bahia fez a finta e chutou em cima do defensor santista. No rebote, aos oito minutos de jogo, Souza dominou no peito e bateu consciente, no canto esquerdo de Rafael, para balançar as redes e correr para o abraço.
Assustado com o risco de perder em casa, o Santos se atirou à frente e colocou o Bahia em perigo. Foi nesse momento em que o goleiro Marcelo Lomba se transformou em um dos grandes nomes da partida. Logo aos 12 minutos de jogo, ele fez uma defesa de placa, no meio do gol, quando Durval cabeceou após cobrança de escanteio.
Cinco minutos depois desse lance, Danilo alçou na área do Bahia e nenhum zagueiro alcançou. Quando Borges estava prestes a colocar a cabeça e meter para o gol, Lomba saiu e ficou com a bola. Essa situação se repetiria aos 23, quando Ganso lançou para cabeceio de Neymar e o goleiro fez nova defesa importante.
Tamanha pressão invariavelmente resultaria em gol, principalmente quando se tem Neymar jogando a seu favor. E o empate do Santos foi bem ao estilo da Joia, que recebeu a bola na entrada da área, limpou a marcação do Bahia e bateu rasteiro, no canto direito, antes que Marcelo Lomba pudesse reagir e defender.
Aos 34 e aos 35, Neymar brilharia outra vez, mas agora sem marcar. No primeiro lance, o atacante bateu quase do meio-campo, mas viu a bola passar pela esquerda da meta. A outra jogada foi um passe do camisa 11 para Borges, que bateu rente à trave.
O Santos se manteve no ataque até o fim do primeiro tempo, principalmente com a presença de Elano no campo ofensivo e nas bolas paradas. De volta ao time para substituir Adriano, o meio-campista era peça importante na armação, mas estava visivelmente em um ritmo aquém do resto do time. Com iniciativa, mas sem precisão, Santos e Bahia só esperaram o primeiro tempo se encerrar.
O placar era justo, mas o jogo ficou muito pegado no segundo tempo, com o Bahia chegando firme nos jogadores do Santos e Muricy Ramalho assustado pelo risco de ver a situação de Adriano se repetir com algum jogador. Quase naturalmente, o Peixe diminuiu o ritmo e não se atirou tanto à frente.
Aos dois minutos, Arouca foi derrubado por Ricardinho na intermediária e deixou o lance para Elano cobrar. A bola espirrou na barreira e Neymar não conseguiu aproveitar o rebote. O Bahia devolveu com um belo drible de Souza para cima de Danilo, mas o atacante bateu à esquerda de Rafael.
Os times e, por consequência disso, a partida já não tinham a mesma vibração da primeira etapa e acabou ficando concentrada no meio-campo, onde nenhum dos times era absoluto ou mesmo conseguia dominar o adversário. O Santos chegou a ser displicente em alguns momentos, sem correr atrás da bola. O Bahia, satisfeito com o fim do risco de ser rebaixado, só tocava de lado.
Depois de um primeiro tempo agitado e equilibrado, as equipes diminuíram o ritmo na segunda etapa. Os anfitriões porque conseguiram terminar a partida sem viver mais um drama como o de Adriano, que ficará fora do Mundial de Clubes em dezembro, e os visitantes por conta do alívio relativo à permanência conquistada na casa do adversário.
Depois de tomar o gol de Souza logo aos oito minutos, o Santos reagiu e obrigou Marcelo Lomba a se tornar um dos principais personagens da partida com uma sequência de defesas salvadoras. Aos 31, o homenageado Neymar deixou tudo igual bem ao seu estilo.
Na segunda etapa, mesmo que as equipes não mostrassem futebol suficiente para empolgar, o torcedor santista ficou em êxtase quando ficou sabendo que o Vasco estava vencendo o Fluminense e, dessa forma, tirando a conquista antecipada do Corinthians. Influenciado pela força das arquibancadas, o Peixe pressionou no final, mas não conseguiu virar.
O jogo – A Vila Belmiro completamente tomada pela torcida do Peixe e a placa entregue a Neymar minutos antes do apito inicial devido ao gol marcado sobre o Flamengo na 12ª rodada do Brasileirão deram o clima de domínio santista, já que o time mais badalado do país está às vésperas do Mundial de Clubes e usando, pela última vez, seus titulares na competição nacional.
O problema é que ninguém avisou que o Bahia deveria ser apenas coadjuvante na partida. Apesar do início em ritmo lento, com os donos da casa tentando pressionar, mas sendo desarmados lance a lance, os visitantes se aproveitaram de uma única falha defensiva para abrir o placar.
Se logo no segundo minuto de bola rolando, Borges e Ganso fariam de tudo para invadir a área do Bahia, mas o camisa 10 acabaria desarmado por Titi, o adversário iria devolver com uma troca de passes entre Souza e Ávine, mas no momento do último passe a defesa santista apareceu soberana para fazer o desvio e aliviar o perigo.
Quando o Bahia começou a marcar a saída de bola do Santos, não demorou a fazer gol. Depois de um lançamento do campo de defesa, Edu Dracena e Lulinha se enroscaram e caíram no chão, deixando Bruno Rodrigo e Souza no duelo pessoal. O atacante do Bahia fez a finta e chutou em cima do defensor santista. No rebote, aos oito minutos de jogo, Souza dominou no peito e bateu consciente, no canto esquerdo de Rafael, para balançar as redes e correr para o abraço.
Assustado com o risco de perder em casa, o Santos se atirou à frente e colocou o Bahia em perigo. Foi nesse momento em que o goleiro Marcelo Lomba se transformou em um dos grandes nomes da partida. Logo aos 12 minutos de jogo, ele fez uma defesa de placa, no meio do gol, quando Durval cabeceou após cobrança de escanteio.
Cinco minutos depois desse lance, Danilo alçou na área do Bahia e nenhum zagueiro alcançou. Quando Borges estava prestes a colocar a cabeça e meter para o gol, Lomba saiu e ficou com a bola. Essa situação se repetiria aos 23, quando Ganso lançou para cabeceio de Neymar e o goleiro fez nova defesa importante.
Tamanha pressão invariavelmente resultaria em gol, principalmente quando se tem Neymar jogando a seu favor. E o empate do Santos foi bem ao estilo da Joia, que recebeu a bola na entrada da área, limpou a marcação do Bahia e bateu rasteiro, no canto direito, antes que Marcelo Lomba pudesse reagir e defender.
Aos 34 e aos 35, Neymar brilharia outra vez, mas agora sem marcar. No primeiro lance, o atacante bateu quase do meio-campo, mas viu a bola passar pela esquerda da meta. A outra jogada foi um passe do camisa 11 para Borges, que bateu rente à trave.
O Santos se manteve no ataque até o fim do primeiro tempo, principalmente com a presença de Elano no campo ofensivo e nas bolas paradas. De volta ao time para substituir Adriano, o meio-campista era peça importante na armação, mas estava visivelmente em um ritmo aquém do resto do time. Com iniciativa, mas sem precisão, Santos e Bahia só esperaram o primeiro tempo se encerrar.
O placar era justo, mas o jogo ficou muito pegado no segundo tempo, com o Bahia chegando firme nos jogadores do Santos e Muricy Ramalho assustado pelo risco de ver a situação de Adriano se repetir com algum jogador. Quase naturalmente, o Peixe diminuiu o ritmo e não se atirou tanto à frente.
Aos dois minutos, Arouca foi derrubado por Ricardinho na intermediária e deixou o lance para Elano cobrar. A bola espirrou na barreira e Neymar não conseguiu aproveitar o rebote. O Bahia devolveu com um belo drible de Souza para cima de Danilo, mas o atacante bateu à esquerda de Rafael.
Os times e, por consequência disso, a partida já não tinham a mesma vibração da primeira etapa e acabou ficando concentrada no meio-campo, onde nenhum dos times era absoluto ou mesmo conseguia dominar o adversário. O Santos chegou a ser displicente em alguns momentos, sem correr atrás da bola. O Bahia, satisfeito com o fim do risco de ser rebaixado, só tocava de lado.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Coritiba bate reservas do Santos
O Coritiba derrotou o Santos, por 1 a 0, na noite deste domingo, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba. Chegou aos 54 pontos e ultrapassou o oponente, chegando à nona posição na tabela do Brasileiro. A vitória mantém a esperança da vaga na Libertadores, já que apenas três pontos o separam do G5. Leonardo fez o gol.
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Numa noite não tão fria quanto o futebol apresentado pelos times, nada de empolgante se viu na partida. O Peixe, já classificado para a competição sul-americana, como atual campeão, e com as atenções voltadas para o mundial de clubes, foi para o jogo com time e treinador reservas. Muricy Ramalho, sofrendo com problemas na coluna, não acompanhou a equipe, dando lugar ao auxiliar Tata.
Coxa vence time reserva do Santos
O JOGO
O primeiro tempo foi jogado, principalmente, no meio de campo, com as equipes alternando a posse da bola e marcando muito forte. Sem grande vontade de atacar e com pouquíssima criatividade na armação de jogadas, apenas o Coxa conseguiu levar algum perigo à meta adversária.
Aos 10 minutos, Leó Gago teve oportunidade em cobrança de falta pela meia direita. O volante soltou a canhota, colocada, buscando o ângulo esquerdo do goleiro Aranha. A bola passou muito perto, balançando a rede pelo lado de fora.
A jogada mais perigosa foi do Coritiba, aos 26 minutos. Quando, mesmo mancando, com dores na paturrilha direita, o meia Davi recebeu passe na marca do pênalti e, como um pivô, girou e tocou de canhota, mas o chute saiu fraco e Aranha segurou. Davi, logo em seguida, saiu do jogo para a entrada de Éverton Ribeiro.
Aos 42, em boa trama ofensiva pela esquerda de ataque do Coxa, Léo Gago soltou uma bomba, de canhota, que passou por cima do gol, sem perigo para o arqueiro santista.
No intervalo, o atacante Geraldo entrou no lugar do lateral Lucas Mendes e deu mais ofensividade ao Coritiba. Logo aos dois minutos, Rafinha recebeu enfiada de Leandro Donizete, dominou pela direita da área e chutou cruzado, rente ao poste direito de Aranha.
No décimo minuto, Rafinha foi o principal responsável por iniciar uma breve pressão do Coxa. Primeiro, chutou forte, da entrada da área, bola rolada da esquerda e a viu explodir na trave direita do Santos. Aos 11, em jogada individual, finalizou com perigo e Aranha mandou para escanteio.
O maior ímpeto ofensivo dos donos da casa foi premiado aos 16 minutos. Geraldo cruzou da direita e o atacante Leonardo, no primeiro pau, desviou de cabeça e marcou.
O Coxa voltou a levar perigo aos 31, quando Léo Gago cabeceou após lançamento do meio. Aranha, adiantado, se esticou todo e mandou para escanteio.
Entendendo a responsabilidade de vencer em sua casa, o Coritiba foi melhor que o Santos, mesmo que isso não signifique uma grande atuação. Pelo contrário, num jogo fraco, o Coxa fez apenas o suficiente para conquistar a vitória sobre os reservas do Peixe.
Na próxima rodada, o Coritiba recebe o já rebaixado Avaí no Couto Pereiro, domingo, às 17h. Na mesma data e horário e com a cabeça no Mundial de Clubes do Japão, o Santos enfrenta o ameaçado Bahia na Vila Belmiro.
FICHA TÉCNICA
CORITIBA-PR 1 X 0 SANTOS
Local: Couto Pereira, Curitiba (PR)
Data-Hora: 20/11/2011 - 19h (de Brasília)
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (CBF-GO)
Auxiliares: Alessandro Rocha (Fifa-BA) e Carlos Berkenbrock (Fifa-SC)
Renda e público: R$ 266.900,00 / 16.447 pagantes / 18.444 presentes
Cartões amarelos: Willian e Everton Ribeiro (COR); Leandro Silva, Ibson e Rodrigo Possebon (SAN)
Cartões vermelhos: -
Gols: Leonardo 16'/2ºT (1-0)
CORITIBA: Vanderlei, Jonas, Pereira, Jeci e Lucas Mendes (Geraldo - Intervalo); Léo Gago, Leandro Donizete, Rafinha e Davi (Éverton Ribeiro 27'/1ºT); Everton Costa (Willian 30'/2ºT) e Leonardo - Técnico: Marcelo Oliveira.
SANTOS: Aranha, Leandro Silva (Crystian 47'/2ºT), Bruno Aguiar, Vinícius e Éder Lima; Rodrigo Possebon, Anderson Carvalho, Ibson e Felipe Anderson; Diogo e Alan Kardec - Técnico: Tata.
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
Em jogo emocionante, Santos vira diante do Ceará
A importância que Ceará e Santos deram para a partida deste domingo no Presidente Vargas não se refletiu no placar. Mesmo desesperado com a possibilidade do rebaixamento, os donos da casa foram derrotados por 3 a 2 pelo time B do Peixe. Destaque para o zagueiro Bruno Aguiar, autor de dois gols, e para o goleiro Aranha, que defendeu um pênalti.
Com o estádio lotado e em festa, o Ceará entrou em campo vestindo uma camisa com a seguinte a mensagem: "Eu acredito no Vozão na Série A". Sem Neymar, Borges e até o técnico Muricy Ramalho, o Santos foi com uma equipe totalmente reserva e precisou de atletas das divisões de base para completar o banco de reservas.
Mas quando a bola rolou, todos esses fatores não interferiram no resultado final. O Ceará pouco conseguia criar e logo sofreu o primeiro gol. Em cobrança de escanteio, Bruno Aguiar aproveitou o desvio para abrir o placar, aos 10 minutos.
O inexperiente time do Santos, porém, não soube administrar o fato de ter saído na frente e foi dando campo aos donos da casa. Em tarde inspirada do lateral-esquerdo Eusébio, o Vozão começou a encaixar bons passes e envolver totalmente o Peixe. Até então herói, Bruno Aguiar cometeu pênalti, que Felipe Azevedo não desperdiçou: 1 a 1.
A virada era questão de tempo para o Ceará, embalado por sua torcida. Assim como Eusébio, o lateral-direito Boiadeiro também avançava bastante. Mesmo com espaço, o trio formado por Felipe Anderson, Alan Kardec e Diogo assustava menos do que se Neymar estivesse sozinho em campo. E o Santos ficou dependente da bola parada. Já o Ceará continuava envolvendo a defesa rival, principalmente pelas costas de Leandro Silva. E foi por ali que saiu a jogada do gol de Osvaldo, aos 35, virando para os nordestinos.
SEGUNDO TEMPO
A segunda etapa começou e tudo mudou. De novo, Bruno Aguiar apareceu. Logo aos cinco minutos, o zagueiro do Santos voltou a ter um momento de herói e fez outro gol. Novamente em bola parada, mas dessa vez em uma bomba de falta.
O gol sofrido fez o técnico Dimas Filgueiras lançar sua equipe para frente. Ele trocou o lateral Boiadeiro por Marcelo Nicácio. E o atacante teve a chance de se consagrar, mas o jogo no Presidente Vargas era atípico. O árbitro marcou um pênalti duvidoso, Nicácio bateu, mas Aranha defendeu. Como se não bastasse, o Santos saiu em contra-ataque e Diogo fez um lindo gol para decretar a vitória dos visitantes, aos 27 minutos
Um balde de água fria no time e torcida cearense. Nos minutos finais, o Vozão foi para o tudo ou nada, se expôs na defesa, pressionou, mas não o suficiente para conseguir o gol de empate. Com a derrota, o Ceará continua muito ameaçado pelo rebaixamento. Já o Santos segue com a cabeça no Mundial de Clubes.
Na próxima quarta-feira, o Ceará recebe o Corinthians, às 21h50, no Presidente Vargas. O Santos só volta a campo no dia seguinte, contra o Atlético-GO, no Pacaembu.
FICHA TÉCNICA
CEARÁ 2 X 3 SANTOS
Estádio: Presidente Vargas, Fortaleza (CE)
Data/hora: 13/11/2011 - 17h (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison (RS) e José Javel Silveira (RS)
Renda/público: Não disponível
Cartões amarelos: João Marcos (CEA); Bruno Aguiar, Diogo, Ibson, Aranha (SAN)
Gols: Bruno Aguiar, 10'/1ºT (0-1); Felipe Azevedo, 24'/1ºT (1-1); Osvaldo, 35'/1ºT (2-1); Bruno Aguiar, 5'/2ºT (2-2); Diogo, 27'/2ºT (2-3)
CEARÁ: Fernando Henrique; Boiadeiro (Marcelo Nicácio, 23'2º/T), Fabrício, Daniel Marques e Eusébio; Michel, João Marcos (Washington, 38'/2ºT), Heleno e Thiago Humberto (Leandro Chaves, 31'/2ºT); Felipe Azevedo e Osvaldo. Técnico: Dimas Filgueiras.
SANTOS: Aranha, Leandro Silva, Bruno Aguiar, Vinícius Simon e Eder Lima (Breitner, 36'/2ºT); Anderson Carvalho, Rodrigo Possebon (Crystian, 31'/2ºT), Ibson e Felipe Anderson; Diogo e Alan Kardec. Técnico: Tata.
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domingo, 6 de novembro de 2011
Neymar e Borges comandam vitória do Santos na Vila, que impediu Vasco de passar o Corinthians e assumir a liderança
Neymar comemora primeiro gol do Santos contra o Vasco (Foto: Miguel Schincariol)
Com Muricy Ramalho de volta ao banco de reservas e Ganso retornando ao time titular, o Santos reviveu os velhos tempos e derrotou o Vasco, que perdeu a chance de assumir a liderança do Campeonato Brasileiro, por 2 a 0, neste domingo, na Vila Belmiro. Os gols foram de Neymar - que contou com um desvio de Renato Silva - e Borges.
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O Vasco assumiria a liderança se empatasse com o Santos, já que o Corinthians perdeu para o América-MG por 2 a 1, em Uberlândia. O Timão tem os mesmos 58 pontos do Vasco, mas uma vitória a mais. Já o Santos, que se prepara para o Mundial de Clubes, voltou a deixar feliz sua torcida.
GOL RELÂMPAGO
O primeiro duelo entre Neymar e Dedé foi travado logo aos três minutos. O camisa 11 santista partiu para cima do zagueiro e recebeu a falta. Na cobrança, Neymar mandou a bola para a área e Renato Silva desviou contra o próprio patrimônio: gol do Santos.
Após abrir o placar, equipe de Muricy Ramalho partiu para cima na tentativa de ampliar a vantagem e começou a tomar conta do jogo. Mas, aos poucos, o Vasco foi se acertando em campo e conseguindo ter mais a posse de bola. Depois de alguns minutos de pressão, aos 12 minutos, a bola foi cruzada pela direita e Elton apareceu para cabecear, mas o goleiro Rafael tirou praticamente em cima da linha.
Os cruz-maltinos passaram a achar espaços, principalmente na lateral-direita, e começaram a explorar aquele lado do campo, por onde saíram as principais chances de gol. Aos 23 minutos, em bola levantada na área, Diego Souza subiu e balançou a rede. A torcida chegou a comemorar, mas o árbitro anulou o gol alegando que o camisa 10 fez falta em Danilo.
Ao mesmo tempo que conseguia achar espaços para atacar, a equipe de São Januário dava espaços ao Santos. E, nesse quesito, o time da casa era mais perigoso e obrigava o goleiro Fernando Prass a trabalhar. Porém, em um desses ataques, só restou a Prass torcer, quando Neymar cruzou e Bruno Rodrigo apareceu nas costas da defesa para cabecear, mas mandou para fora.
Já nos minutos finais, o Vasco tentou alguns chutes de longe e cruzamentos para a área, mas tudo já na base do desespero, na tentativa de terminar o primeiro tempo ao menos com o empate. Em vão.
MAIS UM DE BORGES
Mal o segundo tempo havia começado e os vascaínos reclamaram mais uma vez da arbitragem. Com apenas um minuto, Fagner recebeu passe de Juninho e cruzou para a área, mas Durval, com o auxílio do braço, cortou a trajetória da bola. A equipe de Cristovão Borges dava indícios de que poderia reagir, mas não foi bem isso que aconteceu.
O Santos, como se costuma dizer no linguajar do futebol, começou a gostar do jogo, e Neymar passou a fazer a festa. Enquanto o time cruz-maltino batalhava para chegar ao gol adversário, a equipe paulista armava seus contra-ataques e aparecia na frente de Fernando Prass com poucos toques.
Em um desses contra-ataques, Neymar foi lançado em profundidade e foi para dentro da área, chutou o ar, driblou Prass e rolou para Borges, mas Fagner apareceu para evitar o gol. Poucos minutos depois, aos 12, Neymar ensaiou um balão duplo em Dedé e Renato Silva, não completou, mas achou Danilo sozinho, que bateu para a defesa do goleiro vascaíno.
O domínio santista era tal que o primeiro chute do Vasco foi aos 23 minutos, em uma falta cobrada por Juninho. Aos 25, um lance, no mínimo, curioso: Bernardo teve a sua camisa rasgada e foi tirado de campo pelo árbitro. Mas não havia outra camisa para o jogador, que foi obrigado a retornar à partida com um esparadrapo no uniforme.
E com as jogadas fluindo, não demorou para o segundo gol do Santos sair. Aos 28 minutos, Fellipe Bastos foi desarmado e, em rápido contra-ataque, Neymar achou Borges, que chutou de fora da área e acertou o ângulo esquerdo de Fernando Prass. O camisa 9 chegou ao 23º gol no Campeonato Brasileiro.
Os comandados de Cristovão Borges ainda tentaram mandar para longe a apatia nos minutos finais, mas o máximo que conseguiram foi um chute de Diego Souza da entrada da área, defendido por Rafael.
Próximo ao fim do jogo, a torcida vascaína comemorou. Mas por um gol bem longe da Vila Belmiro. O volante Amaral, ex-Vasco, fazia o segundo gol do América-MG contra o Corinthians e garantia a vitória do Coelho.
A derrota fez com que o Vasco ficasse na segunda colocação e desperdiçasse a oportunidade de reassumir a liderança. Já o resultado, para o Santos, serviu para se aquecer ainda mais para o Mundial, que acontece em dezembro.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 2 X 0 VASCO
Local: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data-Hora: 6/11/2011 - 17h (de Brasília)
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva(GO) e Cristhians Passos Sorence (GO)
Renda e público: R$ 215.260,00 / 12.305 pagantes
Cartões amarelos: Diego Souza (VAS)
Cartões vermelhos: -
Gols: Renato Silva (contra) 3'/1ºT (1-0) e Borges 28'/2T (2-0)
SANTOS: Rafael, Danilo, Edu Dracena, Bruno Rodrigo e Durval; Adriano, Arouca, Henrique e Ganso; Neymar e Borges (Alan Kardec 34'/2ºT) - Técnico: Muricy Ramalho.
VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Renato Silva, Julinho (Diego Rosa 25'/2ºT); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho e Diego Souza; Eder Luís (Leandro 15'/2ºT) e Elton (Bernardo 15'/2ºT) - Técnico: Cristovão Borges.
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Com Muricy Ramalho de volta ao banco de reservas e Ganso retornando ao time titular, o Santos reviveu os velhos tempos e derrotou o Vasco, que perdeu a chance de assumir a liderança do Campeonato Brasileiro, por 2 a 0, neste domingo, na Vila Belmiro. Os gols foram de Neymar - que contou com um desvio de Renato Silva - e Borges.
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O Vasco assumiria a liderança se empatasse com o Santos, já que o Corinthians perdeu para o América-MG por 2 a 1, em Uberlândia. O Timão tem os mesmos 58 pontos do Vasco, mas uma vitória a mais. Já o Santos, que se prepara para o Mundial de Clubes, voltou a deixar feliz sua torcida.
GOL RELÂMPAGO
O primeiro duelo entre Neymar e Dedé foi travado logo aos três minutos. O camisa 11 santista partiu para cima do zagueiro e recebeu a falta. Na cobrança, Neymar mandou a bola para a área e Renato Silva desviou contra o próprio patrimônio: gol do Santos.
Após abrir o placar, equipe de Muricy Ramalho partiu para cima na tentativa de ampliar a vantagem e começou a tomar conta do jogo. Mas, aos poucos, o Vasco foi se acertando em campo e conseguindo ter mais a posse de bola. Depois de alguns minutos de pressão, aos 12 minutos, a bola foi cruzada pela direita e Elton apareceu para cabecear, mas o goleiro Rafael tirou praticamente em cima da linha.
Os cruz-maltinos passaram a achar espaços, principalmente na lateral-direita, e começaram a explorar aquele lado do campo, por onde saíram as principais chances de gol. Aos 23 minutos, em bola levantada na área, Diego Souza subiu e balançou a rede. A torcida chegou a comemorar, mas o árbitro anulou o gol alegando que o camisa 10 fez falta em Danilo.
Ao mesmo tempo que conseguia achar espaços para atacar, a equipe de São Januário dava espaços ao Santos. E, nesse quesito, o time da casa era mais perigoso e obrigava o goleiro Fernando Prass a trabalhar. Porém, em um desses ataques, só restou a Prass torcer, quando Neymar cruzou e Bruno Rodrigo apareceu nas costas da defesa para cabecear, mas mandou para fora.
Já nos minutos finais, o Vasco tentou alguns chutes de longe e cruzamentos para a área, mas tudo já na base do desespero, na tentativa de terminar o primeiro tempo ao menos com o empate. Em vão.
MAIS UM DE BORGES
Mal o segundo tempo havia começado e os vascaínos reclamaram mais uma vez da arbitragem. Com apenas um minuto, Fagner recebeu passe de Juninho e cruzou para a área, mas Durval, com o auxílio do braço, cortou a trajetória da bola. A equipe de Cristovão Borges dava indícios de que poderia reagir, mas não foi bem isso que aconteceu.
O Santos, como se costuma dizer no linguajar do futebol, começou a gostar do jogo, e Neymar passou a fazer a festa. Enquanto o time cruz-maltino batalhava para chegar ao gol adversário, a equipe paulista armava seus contra-ataques e aparecia na frente de Fernando Prass com poucos toques.
Em um desses contra-ataques, Neymar foi lançado em profundidade e foi para dentro da área, chutou o ar, driblou Prass e rolou para Borges, mas Fagner apareceu para evitar o gol. Poucos minutos depois, aos 12, Neymar ensaiou um balão duplo em Dedé e Renato Silva, não completou, mas achou Danilo sozinho, que bateu para a defesa do goleiro vascaíno.
O domínio santista era tal que o primeiro chute do Vasco foi aos 23 minutos, em uma falta cobrada por Juninho. Aos 25, um lance, no mínimo, curioso: Bernardo teve a sua camisa rasgada e foi tirado de campo pelo árbitro. Mas não havia outra camisa para o jogador, que foi obrigado a retornar à partida com um esparadrapo no uniforme.
E com as jogadas fluindo, não demorou para o segundo gol do Santos sair. Aos 28 minutos, Fellipe Bastos foi desarmado e, em rápido contra-ataque, Neymar achou Borges, que chutou de fora da área e acertou o ângulo esquerdo de Fernando Prass. O camisa 9 chegou ao 23º gol no Campeonato Brasileiro.
Os comandados de Cristovão Borges ainda tentaram mandar para longe a apatia nos minutos finais, mas o máximo que conseguiram foi um chute de Diego Souza da entrada da área, defendido por Rafael.
Próximo ao fim do jogo, a torcida vascaína comemorou. Mas por um gol bem longe da Vila Belmiro. O volante Amaral, ex-Vasco, fazia o segundo gol do América-MG contra o Corinthians e garantia a vitória do Coelho.
A derrota fez com que o Vasco ficasse na segunda colocação e desperdiçasse a oportunidade de reassumir a liderança. Já o resultado, para o Santos, serviu para se aquecer ainda mais para o Mundial, que acontece em dezembro.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 2 X 0 VASCO
Local: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data-Hora: 6/11/2011 - 17h (de Brasília)
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva(GO) e Cristhians Passos Sorence (GO)
Renda e público: R$ 215.260,00 / 12.305 pagantes
Cartões amarelos: Diego Souza (VAS)
Cartões vermelhos: -
Gols: Renato Silva (contra) 3'/1ºT (1-0) e Borges 28'/2T (2-0)
SANTOS: Rafael, Danilo, Edu Dracena, Bruno Rodrigo e Durval; Adriano, Arouca, Henrique e Ganso; Neymar e Borges (Alan Kardec 34'/2ºT) - Técnico: Muricy Ramalho.
VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Renato Silva, Julinho (Diego Rosa 25'/2ºT); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho e Diego Souza; Eder Luís (Leandro 15'/2ºT) e Elton (Bernardo 15'/2ºT) - Técnico: Cristovão Borges.
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