O Comitê de Gestão decidiu que Muricy Ramalho não é mais técnico do time profissional do Santos FC. A decisão foi comunicada ao treinador nesta quinta-feira (30).
Muricy Ramalho assumiu como técnico do Santos FC em abril de 2011. Na ocasião, ajudou o Clube a sagrar-se bicampeão paulista, tri da Libertadores e vice-campeão mundial. Em 2012, comandou o Clube na conquista do tricampeonato paulista e no título da Recopa Sul-Americana. Em 2013, foi vice-campeão paulista. Ao todo, liderou o Alvinegro Praiano em 150 jogos, alcançando 72 vitórias, 42 empates e 36 derrotas. Foi o sétimo treinador que mais dirigiu o Peixe em sua história.
O Comitê de Gestão agradece os serviços prestados pelo técnico, que marcou seu nome na história do Santos FC.
Claudinei Oliveira, técnico do Sub-20 do Santos FC campeão da Copa São Paulo deste ano e desde 2009 atuando no futebol de base do Clube, dirige o time profissional na partida deste sábado (01), contra o Grêmio, na Vila Belmiro.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Muricy Ramalho não é mais técnico do Santos FC
O Comitê de Gestão decidiu que Muricy Ramalho não é mais técnico do time profissional do Santos FC. A decisão foi comunicada ao treinador nesta quinta-feira (30).
Muricy Ramalho assumiu como técnico do Santos FC em abril de 2011. Na ocasião, ajudou o Clube a sagrar-se bicampeão paulista, tri da Libertadores e vice-campeão mundial. Em 2012, comandou o Clube na conquista do tricampeonato paulista e no título da Recopa Sul-Americana. Em 2013, foi vice-campeão paulista. Ao todo, liderou o Alvinegro Praiano em 150 jogos, alcançando 72 vitórias, 42 empates e 36 derrotas. Foi o sétimo treinador que mais dirigiu o Peixe em sua história.
O Comitê de Gestão agradece os serviços prestados pelo técnico, que marcou seu nome na história do Santos FC.
Claudinei Oliveira, técnico do Sub-20 do Santos FC campeão da Copa São Paulo deste ano e desde 2009 atuando no futebol de base do Clube, dirige o time profissional na partida deste sábado (01), contra o Grêmio, na Vila Belmiro.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
EU VOU MAIS VOLTO

Os gols do seu time do coração chegam antes pelo celular!
Já o Peixe passa a se preparar para sua primeira partida sem o ídolo. O rival será o o Botafogo, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. O Flamengo, por sua vez, pega a Ponte Preta, nesta quinta-feira, em Juiz de Fora.
O jogo
No cantar do hino nacional, antes do apito inicial, Neymar já chorava. Lágrimas de um jogador que se despedia dos palcos brasileiros que o consagraram. O roteiro estava pronto e ele queria a despedida sonhada.
A tarde era dele, apenas dele. Em todos os cantos, só se falava no camisa 11. Os flashes o seguiam a cada passo. Era o momento histórico. Era... O problema é que, dentro do cenário ideal para o adeus, esqueceram de avisar o Flamengo.
Com apoio de boa parte da torcida no Mané Garrincha, mesmo com o mando de campo do Peixe, o Rubro-Negro dominou as ações da partida. O show tinha outro dono. Com toque de bola envolvente do rival carioca, Neymar pouco apareceu.
Ao todo, nos primeiros 45 minutos, apenas uma boa jogada e poucos toques na bola. Ele buscava o jogo, arrancava, brigava, discutia, mas o time não ajudava. Em meio a isso, o Flamengo criava, criava, criava... e perdia gols. Dois deles cara a cara, com Rafinha e Gabriel, aos 11 e 42 da primeira etapa.
No segundo tempo, Neymar voltou a se emocionar na volta do gramado, mas o panorama era o mesmo. O Peixe pouco ajudava e ele, consequentemente, nada fazia. O jejum de gols, que tanto o incomodava, chegava a sete jogos.
Nos últimos 45 minutos, apenas chutes de longa distância e nada muito digno do encantamento dos últimos anos. O diagnóstico era claro: o Santos não correspondia ao talento do jogador. Era chegada a hora de partir para o Barcelona.
Enquanto isso, o Flamengo dominou, mas a bola insistia em não entrar. De bom para Neymar e Peixe, apenas a boa participação de Gabigol, de 16 anos, que mostrou a sua candidatura a novo ídolo.
A despedida foi longe do que ele imaginava. Mas o sentimento dos torcedores do bom futebol brasileiro já sentem falta do seu principal astro. Até breve, Neymar!
FICHA TÉCNICA
SANTOS 0 X 0 FLAMENGO
Estádio: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Data/hora: 26/5/2013 - 16h (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Marrubson Melo Freitas (DF)
Renda/público: R$ 6.948.710,00 / 63.501 pagantes
Cartões amarelos: Henrique (SAN) e Luiz Antonio (FLA)
SANTOS: Rafael, Galhardo (Patito Rodríguez 38'/2ºT), Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Renê Júnior, Cícero e Montillo (Felipe Anderson 35'/2ºT); Neymar e Henrique (Gabriel 24'/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho.
FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Renato Santos, González e Ramon; Luiz Antonio (Carlos Eduardo 30'/2ºT), Elias, Renato e Gabriel (Paulinho 35'/2ºT); Rafinha e Hernane (Marcelo Moreno intervalo). Técnico: Jorginho.
Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/santos/Neymar-Joia-emociona-Santos-Flamengo_0_926307500.html#ixzz2UU0IO1E0
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sexta-feira, 24 de maio de 2013
Santos FC e Flamengo no Mané Garrincha
domingo, 19 de maio de 2013
Jogador negou que saia após o término do Paulista, isso é NEYMAR
Após o empate com o Corinthians, na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, que deu o título paulista para o Timão, o atacante Neymar falou sobre a sua situação no Santos. Irritado, o camisa 11 do Peixe negou, mesmo com os rumores de que Barcelona e Real Madrid, ambos da Espanha, brigam pelo seu futebol, que a decisão do Estadual tenha sido a sua última apresentação pela equipe praiana.
"Não foi meu último jogo pelo Santos. Já falei isso mais de mil vezes. Mas se eu falar que vou sair ou vou ficar, não adianta nada. Vão botar várias coisas (na mídia). É assim mesmo", disse Neymar, na saída do gramado da Vila.
A Joia foi questionada se esse discurso poderia mudar durante a semana. Mais uma vez, Neymar disparou contra a imprensa. "Estou feliz aqui, já falei isso para vocês (jornalistas). Mas parece que estão sabendo de tudo, mais do que eu", comentou.
O craque santista tem contrato até julho de 2014 com o time alvinegro e, caso não siga para o futebol europeu na metade deste ano, poderá assinar um pré-acordo com qualquer agremiação, em janeiro do próximo ano.
O pai do atacante, Neymar da Silva Santos, está endurecendo as negociações com os europeus, enquanto a diretoria do Santos abriu conversas com catalães e merengues, porém, ainda sem um acerto com nenhum dos dois clubes espanhóis. O Peixe deseja receber um ressarcimento financeiro pela saída do seu principal jogador.
Indagado sobre o posicionamento de seu pai, Neymar encerrou o assunto, antes de seguir para os vestiários: "Se o meu pai falou, está falado", resumiu.
http://placar.abril.com.br/
Enche o saco esses camaradas que se dizem jornalistas que ficam na midia divulgando o que não sabem, mas vamos ate quando ter que conviver com esse péssimos.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Clube desmente matéria publicada pelo portal UOL 15/05/2013 16h48
domingo, 12 de maio de 2013
Santos FC perde por 2 a 1 no Pacaembu na primeira partida da final do Paulistão
Quase tetra, Pepe e Edu torcem por feito histórico de geração Neymar
O tricampeonato paulista colocou nomes como Neymar, Edu Dracena, Rafael, Arouca e companhia na história do Santos. Diante do Corinthians, em uma decisão que começa neste domingo, às 16h (de Brasília), no Pacaembu, o Peixe tenta ser o primeiro clube a vencer o Estadual quatro vezes seguidas desde 1919. Um feito que nem a geração de Pelé alcançou, batendo na trave duas vezes desde então.
O primeiro "quase" foi em 1963, ainda no começo da era Pelé. O Santos campeão paulista de 1960 a 1962 já empilhava títulos como a Taça Libertadores (1962), o Mundial de Clubes (1962) e o bi da Taça Brasil (1961 e 1962). Naquele ano, o Peixe conquistou outra vez o Brasil, a América e o mundo, mas viu o Palmeiras quebrar a sequência de vitórias no Paulistão. Ao Alvinegro, restaram o terceiro lugar e o melhor ataque do torneio (69 gols).
Ponta-esquerda do primeiro tri alvinegro, José Macia, o Pepe, recorda que há 50 anos o Santos teve de dividir as atenções do Estadual com a preparação para o Mundial. O Canhão da Vila admite que apesar do Paulista ser importante, as atenções do grupo estavam nos jogos diante do Milan, da Itália.
- Em 1962, quando ganhamos a Libertadores, a preocupação o Mundial, então muitas vezes a gente jogou no Paulista com time misto. Só que nós tínhamos um elenco muito forte, e naquele ano (1962) recuperamos o prejuízo. Mas em 63, foi curioso... Jogamos com o Milan dia 16 de novembro e quatro dias depois pegamos o Palmeiras no Pacaembu (derrota por 1 a 0). Daí nós enfrentamos o Botafogo-SP na Vila e levamos 4 a 1. Em seguida, apanhamos de cinco (a um) da Ferroviária, também em casa. Tínhamos nos esgotado tanto nos jogos do Mundial que levamos essas bordoadas (risos) - recorda, com apoio da inseparável agenda onde registra as partidas das quais participou.
Pepe, no entanto, nega que o Paulistão fosse pouco relevante.
- (O Paulista) Era importante, sim. Gostávamos de jogar por aquela rivalidade que existia, principalmente com o Corinthians. Quando ganhávamos, independentemente do torneio, era para se festejar - conta.
Sete temporadas depois, o Santos teve nova chance para ser tetra, mas viu o São Paulo ficar com o caneco. Outra vez com o melhor ataque do Estadual (34 gols), Pelé e companhia encerraram o Paulista apenas em quarto lugar.
O "quase", no entanto, não tira o sono de Edu. Ex-ponta esquerda e mais jovem atleta a ser convocado para uma Copa do Mundo, o santista explica que, à época, os próprios jogadores não tinham noção do que representava um tetracampeonato estadual.
- Recordo bem do tri. Em 67, foi meu primeiro título pelo Santos. Depois ganhamos também em 68 e 69... Mas éramos garotos, não tínhamos ideia do que representava aquilo tudo. Só pensávamos em ser campeões, em jogar bola. Não imaginávamos que teria a proporção de hoje, que levaria mais de 40 anos para outro time ser tricampeão paulista. Agora é que se dá mais ênfase à possibilidade que tivemos naquele ano, pelo Santos estar próximo do tetra. E, se Deus quiser, seremos tetra (risos) - diz.
Na expectativa
Quarenta e três anos depois, o Santos tem uma nova oportunidade para o tetra. Pepe e Edu acreditam que a safra de Neymar tem condições de alcançar o feito que eles próprios não conseguiram, mas adotam cautela. Eles não veem o Alvinegro como favorito e apontam algumas deficiências na equipe, como a dependência de Neymar.
- Não dá para fazer comparações com a nossa época. Tínhamos nosso esquema de jogo, mas também o Pelé. Ele resolvia, mas se não estivesse bem, havia outros jogadores para decidir. O time atual tem virtudes, tem o Cícero se destacando, é uma equipe forte... Mas alguns jogadores ainda não se encaixaram. O Montillo, por exemplo, ainda não jogou metade do que já fez no Cruzeiro. Quando encaixar, o que espero que ocorra nessas finais, será maravilhoso - cita Edu.
- Não tivemos a chance (do tetra), mas eles terão. A caminhada deles até foi mais tranquila... A gente passava meses viajando de avião para amistosos e campeonatos (risos). O time do Santos é bom, mas o daquela época tinha um ataque que não era só o Pelé. Há jogadores de qualidade hoje, mas, por exemplo, quando Coutinho e Pelé se olhavam, um já sabia o que o outro faria. Acho que falta a esses jogadores um entendimento maior com relação à movimentação do Neymar - conclui Pepe.
Lincoln Chaves
http://globoesporte.globo.com/
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Com gol de Durval, Santos mantém embalo e derrota Joinville
terça-feira, 7 de maio de 2013
PEIXE EM SANTA CATARINA
Torcida aguarda o Santos do lado de fora do aeroporto (Foto: Marcelo Hazan)
Sem passar pelo saguão, os jogadores apenas acenaram de longe para os torcedores e embarcaram no ônibus que os levou ao hotel, onde a equipe permanecerá concentrada até esta quarta-feira. Entre vaias e aplausos de santistas e fãs do Joinville, Neymar foi o último jogador a entrar no veículo, assediado por funcionários do aeroporto.
Já no hotel, a delegação santista jantou tranquilamente, em um espaço reservado para a equipe. Depois da refeição, todos os atletas foram para os respectivos quartos. Um dos andares foi disponibilizado exclusivamente para os jogadores.
sábado, 4 de maio de 2013
Santos leva susto do Mogi, mas vai à quinta final seguida do Paulistão com brilho de Rafael nos pênaltis
Como se espera do time grande que enfrenta uma equipe do interior, o Santos tomou a iniciativa do confronto e partiu para cima do Mogi. Porém, a equipe do técnico Muricy Ramalho pouco colocou a bola no chão nos primeiros minutos de jogo e apostou demais nos cruzamentos, a maioria sem sucesso, com exceção de uma cabeçada de Edu Dracena em que Daniel fez boa defesa.
Com Neymar aberto pela esquerda em quase toda a primeira etapa, Arouca, posicionado à direita do losango formado por Renê Júnior (à frente da zaga), Cícero (pela esquerda) e Montillo (mais adiantado), foi quem buscou criar as jogadas de linha de fundo no setor oposto da Joia.
Montillo, muito mal na etapa inicial, não conseguiu fazer com que a bola rodasse pelo meio de campo santista, errando muitos passes e perdendo para os marcadores nas tentativas de jogada individual.
O Sapão, aproveitando-se do jogo ruim que o Santos vinha fazendo, viu nas costas de Léo o "mapa da mina de ouro" para tentar chegar ao primeiro gol. Lento, o veterano lateral sofreu com as investidas de Roger Gaúcho e Caramelo. Contudo, assim como o Peixe, os mandantes abusaram dos cruzamentos e também da bola parada para buscar abrir o placar no Romildão.
Até que a bola enfim atravessaria a área do Santos e surtiria efeito. Val cruzou da direita, a bola passou por Edu Dracena e Felipe Anderson, improvisado na lateral direita, não chegou para dar combate em Roni, que cabeceou para o fundo do gol de Rafael já no fim do primeiro tempo, aos 44 minutos.
Logo no início da etapa final, o Santos perdeu Montillo, que sentiu lesão muscular na coxa. Com a entrada de André, o Peixe passou a ter dois atacantes de área, enquanto Neymar recuou e passou a atuar na faixa do argentino, na criação.
O Mogi, ao contrário do que fez no primeiro tempo, buscou trocar mais passes para chegar ao gol de Rafael. Em boa jogada individual de Val na intermediária, Henrique recebeu e finalizou de esquerda para a boa defesa do camisa 1 alvinegro.
Roger Gaúcho, aberto pela esquerda nos primeiros 45 minutos, trocou de lado e passou a cair no setor de Felipe Anderson, que - ao contrário de Léo - não teve muitos problemas com o camisa 8 do Sapão.
E o Santos, que parecia engessado e não criava boas oportunidades, chegaria ao empate justamente repetindo o que não vinha dando certo até o momento. Neymar cobrou falta que Cícero desviou, para boa defesa de Daniel. No rebote, Miralles cruzou na pequena área e Edu Dracena subiu sozinho de cabeça para deixar tudo igual. Com o empate no tempo normal, a decisão foi para os pênaltis.
Na primeira cobrança do Peixe, Miralles pegou muito embaixo e mandou por cima. Tiago Alves abriu a série para o Mogi e fez, 1 a 0. Cícero bateu o segundo do Santos e empatou. Carlos Alberto cobrou o segundo do Sapão e parou em Rafael. Tudo igual, 1 a 1. Renê Júnior foi para o terceiro do alvinegro e Daniel defendeu o pênalti em dois tempos.
Roger Gaúcho bateu no ângulo, converteu e voltou a colocar o Mogi na frente. Na sequência, foi a vez de André, que deslocou o goleiro para deixar tudo igual, 2 a 2. Juninho cobrou no travessão e desperdiçou a chance de recolocar o Mogi em vantagem. Neymar cobrou com qualidade e botou o Santos na frente. Waguininho, com a pressão de manterem vivas as esperanças, bateu bem para deixar tudo igual. O experiente Léo deslocou Daniel e deu vantagem ao Santos, mas Val cobrou com perfeição e igualou tudo novamente, 4 a 4.
Edu Dracena bateu no ângulo direito de Daniel e voltou a pôr o Peixe à frente. Roni, que havia feito o gol do Mogi no tempo normal, bateu e Rafael defendeu, colocando o alvinegro na decisão do Campeonato Paulista pela quinta vez seguida.
FICHA TÉCNICA
MOGI MIRIM (4)1 X 1(5) SANTOS
Local: Romildo Ferreira, Mogi Mirim (SP)
Data/Hora: 4/5/2013 - 18h30
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra (SP)
Assistentes: Herman B. Vani e Danilo Ricardo S. Manis
Renda/Público: R$ 376.425 / 16.645 pagantes
Cartões Amarelos: Val, Roger Gaúcho e Tiago Alves (MOG); Montillo e Renê Júnior (SAN)
Cartões Vermelhos: -
GOLS: Roni, aos 44'/1ºT (1-0) e Edu Dracena, aos 31'/2ºT (1-1)
Pênaltis: Miralles (0-0); Tiago Alves (1-0); Cícero (1-1); Carlos Alberto (1-1); Renê Júnior (1-1); Roger Gaúcho (2-1); André (2-2); Juninho (2-2); Neymar (2-3); Waguininho (3-3); Léo (3-4); Val (4-4); Edu Dracena (4-5) e Roni (4-5)
MOGI MIRIM: Daniel; Caramelo, Tiago Alves, Lucas Fonseca e João Paulo (Juninho, 7'/2ºT); Val, Magal, Roger Gaúcho e Wagner (Carlos Alberto, 32'/2ºT); Henrique (Waguininho, 16'/2ºT) e Roni. Técnico: Dado Cavalcanti.
SANTOS: Rafael; Felipe Anderson, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Renê Júnior, Cícero e Montillo (André, 9'/2ºT); Miralles e Neymar. Técnico: Muricy Ramalho.
Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/santos/Santos-Mogi-Rafael-penaltis-Paulistao_0_913108781.html#ixzz2SNeb7r55
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Neymar Jr volta a treinar no gramado
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Renê Júnior reconhece qualidade do Mogi, mas ressalta força do Peixe para avançar
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